“Aprender é cada vez menos memorizar conhecimentos e cada vez mais preparar-se para os saber encontrar, avaliar e utilizar. A capacidade de atualização passa a ser uma ferramenta essencial para o indivíduo que quer sobreviver numa sociedade de verdades relativas e efémeras. Neste contexto a Biblioteca Escolar é central no processo educativo.”
José Calixto - A Biblioteca Escolar e a Sociedade de Informação, Lisboa: Editorial Caminho, 1996, p.86(Caminho da Educação nº2)
É a menina dos nossos olhos. Mas também é de outros jornalistas, poetas, historiadores, fotógrafos, ilustradores ou arqueólogos, que partilham as suas investigações, talentos e sapiência nas páginas destes livros sobre Lisboa.
Sabes por que razão se comemora a 8 de Março o Dia Internacional da Mulher? Não? Aqui vai.
É que no dia 8 de Março de 1857 (há mais de 140 anos) houve uma manifestação organizada por trabalhadoras, só por mulheres, que infelizmente não acabou bem.
Vamos explicar as razões destas coisas.
A Revolução Industrial Se calhar já ouviste falar na Revolução Industrial? Bem, ocorreu nos finais do século XVIII e fez com que a produção de bens (coisas) se automatizasse, isto é, foi acelerada pela criação de máquinas que fizeram com que se passasse da produção artesanal à produção industrial.
Confuso? Pois é...
Mas explica-se assim: dantes havia artesãos que faziam o que era preciso na sua profissão: sapatos, potes, arreios, pão, etc. E na quantidade necessária. Com as fábricas e as máquinas começou a produzir-se mais e muito mais depressa, porque havia mais pessoas a querer comprar as coisas. As coisas, por demorarem menos tempo a fazer, custavam menos dinheiro.
Para as fábricas funcionarem sem problemas trabalhava nelas muita gente: homens mulheres e crianças (desde os 5, 6 anos! É verdade!). Trabalhavam mais de 12 horas por dia (todos) e às vezes também por turnos. Só paravam ao domingo e nos dias santos.
As condições de trabalho eram muito más e, infelizmente as pessoas eram muito maltratadas.
Abusavam das suas capacidades e exploravam-nas até ao limite. Claro que pagavam mal, mas especialmente mal às crianças e às mulheres, apesar de lhes ser exigido o mesmo.
Voltamos a 8 de Março de 1857 Nesse dia, centenas de mulheres, trabalhadoras de fábricas de vestuário e têxteis de Nova Iorque, iniciaram uma marcha de protesto contra os salários baixos, as más condições de trabalho e o horário de trabalho obrigatório de 12 horas por dia!
A polícia foi chamada e dispersou essa manifestação com enorme violência. Naquela altura, as mulheres não tinham direitos quase nenhuns. Sabes que nem votar podiam?
Por isso era impensável terem tido a coragem de se reunir e de protestar!
É que hoje nós aceitamos que as mulheres e os homens devem ter as mesmas oportunidades e direitos, mas dantes não era assim...
Aliás, se pensares um pouco verás que ainda há muito a fazer para haver justiça, não é?
Por causa desse acontecimento, desde 1975, as Nações Unidas comemoram o dia 8 de Março como o Dia Internacional da Mulher.
A terceira edição do Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia, promovido pela Fundação “O Século”, vai decorrer de 13 a 18 de Março de 2017, em São Pedro do Estoril.
Durante uma semana, escritores, ilustradores, contadores de histórias e diferentes especialistas vão-se reunir com o objetivo promover o debate em torno da literatura para a infância e juventude e a circulação do livro e do autor no espaço da Lusofonia. (...)
Hoje a EB1 maria da Luz de Deus Ramos e a EB1 Galinheiras receberam a visita da Dr.ª Ana e da Dr.ª Vitória, que vieram do Arquivo Municipal e trouxeram o Quivo para fazer uma atividade com alguns alunos do 2º ano.
O tema da atividade era "Ontem e Hoje: os meios de transporte em Lisboa".
Primeiro os alunos conheceram os tipos de transportes que circularam e ainda circulam na nossa cidade.
Depois foi altura de por mãos à obra...os alunos fizeram um "Americano" e colaram-no junto de uma "Chora". Não sabem o que é conheçam-nos aqui.
Com o objetivo de construir uma cultura de Educação em Direitos Humanos nas escolas, o projeto “Respeitar é Preciso!” foi criado em 2014 pela parceria entre a Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de São Paulo, a Secretaria Municipal de Educação e o Instituto de Vladimir Herzog.
O material pedagógico é formado por cinco livros que debatem as principais violações de direitos humanos ocorridas no ambiente escolar. Os temas escolhidos foram: