AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO ALTO DO LUMIAR -Lisboa-

“Aprender é cada vez menos memorizar conhecimentos e cada vez mais preparar-se para os saber encontrar, avaliar e utilizar. A capacidade de atualização passa a ser uma ferramenta essencial para o indivíduo que quer sobreviver numa sociedade de verdades relativas e efémeras. Neste contexto a Biblioteca Escolar é central no processo educativo.”

José Calixto - A Biblioteca Escolar e a Sociedade de Informação, Lisboa: Editorial Caminho, 1996, p.86(Caminho da Educação nº2)

sexta-feira, 10 de março de 2017

10 livros sobre Lisboa

É a menina dos nossos olhos. Mas também é de outros jornalistas, poetas, historiadores, fotógrafos, ilustradores ou arqueólogos, que partilham as suas investigações, talentos e sapiência nas páginas destes livros sobre Lisboa.









Via: TimeOut

quarta-feira, 8 de março de 2017

Dia Internacional da Mulher

    Sabes por que razão se comemora a 8 de Março o Dia Internacional da Mulher? Não? Aqui vai.

    É que no dia 8 de Março de 1857 (há mais de 140 anos) houve uma manifestação organizada por trabalhadoras, só por mulheres, que infelizmente não acabou bem.

    Vamos explicar as razões destas coisas.

    A Revolução Industrial
    Se calhar já ouviste falar na Revolução Industrial?
    Bem, ocorreu nos finais do século XVIII e fez com que a produção de bens (coisas) se automatizasse, isto é, foi acelerada pela criação de máquinas que fizeram com que se passasse da produção artesanal à produção industrial.

    Confuso? Pois é...

    Mas explica-se assim: dantes havia artesãos que faziam o que era preciso na sua profissão: sapatos, potes, arreios, pão, etc. E na quantidade necessária.
    Com as fábricas e as máquinas começou a produzir-se mais e muito mais depressa, porque havia mais pessoas a querer comprar as coisas. As coisas, por demorarem menos tempo a fazer, custavam menos dinheiro.

    Para as fábricas funcionarem sem problemas trabalhava nelas muita gente: homens mulheres e crianças (desde os 5, 6 anos! É verdade!).
    Trabalhavam mais de 12 horas por dia (todos) e às vezes também por turnos. Só paravam ao domingo e nos dias santos.

    As condições de trabalho eram muito más e, infelizmente as pessoas eram muito maltratadas.

    Abusavam das suas capacidades e exploravam-nas até ao limite. Claro que pagavam mal, mas especialmente mal às crianças e às mulheres, apesar de lhes ser exigido o mesmo.

    Voltamos a 8 de Março de 1857
    Nesse dia, centenas de mulheres, trabalhadoras de fábricas de vestuário e têxteis de Nova Iorque, iniciaram uma marcha de protesto contra os salários baixos, as más condições de trabalho e o horário de trabalho obrigatório de 12 horas por dia!

    A polícia foi chamada e dispersou essa manifestação com enorme violência.
    Naquela altura, as mulheres não tinham direitos quase nenhuns. Sabes que nem votar podiam?

    Por isso era impensável terem tido a coragem de se reunir e de protestar!

    É que hoje nós aceitamos que as mulheres e os homens devem ter as mesmas oportunidades e direitos, mas dantes não era assim...

    Aliás, se pensares um pouco verás que ainda há muito a fazer para haver justiça, não é?

Por causa desse acontecimento, desde 1975, as Nações Unidas comemoram o dia 8 de Março como o Dia Internacional da Mulher.


Fonte: Site Junior

50 pequenos bons livros

Aqui vos deixamos algumas sugestões de boas leituras que encontrámos no blogue 


  1. A Casa de Papel, de Carlos María Domínguez, Edições ASA;
  2. A Casa dos Budas Ditosos, de João Ubaldo Ribeiro, Dom Quixote;
  3. A Herança de Eszter, de Sándor Márai, Dom Quixote;
  4. À Lareira, nos Fundos da Casa onde o Retorta tem o Café, de Manuel da Fonseca, Círculo de Leitores;
  5. A Montanha da Água Lilás, de Pepetela, BIS;
  6. A Pérola, de John Steibeck, Livros do Brasil;
  7. A Última Amante de Hachiko, de Banana Yoshimoto, Cavalo de Ferro;
  8. A Vida Inútil de José Homem, de Marlene Ferraz, Gradiva;
  9. Adeus, Tsugumi, de Banana Yoshimoto, Cavalo de Ferro;
  10. As Rosas de Atacama, de Luis Sepúlveda, Porto Editora;
  11. As Velas Ardem Até ao Fim, de Sándor Márai, Dom Quixote;
  12. Como Um Romance, de Daniel Pennac, Edições ASA;
  13. Contos Orientais, de Marguerite Yourcenar, D. Quixote;
  14. Crónica de Uma Morte Anunciada, de Gabriel García Márquez, Dom Quixote;
  15. Crónica do Rei Pasmado, de Gonzalo Torrente Ballester, Caminho;
  16. Guardador de Almas, de Rui Vieira, Ambar;
  17. História de uma Gaivota e de um Gato que a Ensinou a Voar, de Luis Sepúlveda, Porto Editora;
  18. História Universal da Infâmia, de Jorge Luis Borges, Quetzal;
  19. Indignai-vos!, de Stéphane Hessel, Objectiva;
  20. Mar, de Afonso Cruz, Alfaguara;
  21. Memória das Minhas Putas Tristes, de Gabriel García Márquez, Dom Quixote;
  22. (...)
Boas leituras!

segunda-feira, 6 de março de 2017

3.º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia


A terceira edição do Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia, promovido pela Fundação “O Século”, vai decorrer de 13 a 18 de Março de 2017, em São Pedro do Estoril.

Durante uma semana, escritores, ilustradores, contadores de histórias e diferentes especialistas vão-se reunir com o objetivo promover o debate em torno da literatura para a infância e juventude e a circulação do livro e do autor no espaço da Lusofonia. (...)




Ainda não se inscreveu.
Pode fazê-lo aqui. 
Outras dúvidas ou inscrições não hesite em contactar: 
214 649 889 ou por email: encontrolusofonia@oseculo.pt

Consulte o PROGRAMA!


Participe nesta festa da Leitura!

sexta-feira, 3 de março de 2017

O Quivo veio à escola

Hoje a EB1 maria da Luz de Deus Ramos e a EB1 Galinheiras receberam a visita da Dr.ª Ana e da Dr.ª Vitória, que vieram do Arquivo Municipal e trouxeram o Quivo para fazer uma atividade com alguns alunos do 2º ano.

O tema da atividade era "Ontem e Hoje: os meios de transporte em Lisboa".

Primeiro os alunos conheceram os tipos de transportes que circularam e   ainda circulam na nossa cidade.


 

Depois foi altura de por mãos à obra...os alunos fizeram um "Americano" e colaram-no junto de uma "Chora".  Não sabem o que é conheçam-nos aqui.

Vejam como ficaram!!!








quarta-feira, 1 de março de 2017

Material pedagógico do projeto "RESPEITAR É PRECISO!"

Com o objetivo de construir uma cultura de Educação em Direitos Humanos nas escolas, o projeto “Respeitar é Preciso!” foi criado em 2014 pela parceria entre a Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de São Paulo, a Secretaria Municipal de Educação e o Instituto de Vladimir Herzog.

O material pedagógico é formado por cinco livros que debatem as principais violações de direitos humanos ocorridas no ambiente escolar. Os temas escolhidos foram: 
  • democracia na escola, 
  • respeito e humilhação, 
  • sujeitos de direito, 
  • igualdade e discriminação.

Download aqui.